Considerando as 350 trocas de produção por dia, um portfólio contendo aproximadamente 1.200 produtos diferentes e 17 milhões de componentes Simatic produzidos por ano, cerca de 50 milhões de itens de dados de processos e produtos precisam ser avaliados e usados para otimização para que a produção na Siemens Electronics Works Amberg (EWA) funcione sem problemas. Além disso, tecnologias inovadoras, como inteligência artificial (IA), computação Industrial Edge e um solução em nuvem já estão permitindo sequências de produção altamente flexíveis, extremamente eficientes e confiáveis.
Computação Industrial Edge e IA para maior produtividade
“Com a Edge Computing, os dados podem ser processados imediatamente onde são gerados, diretamente na fábrica ou na máquina”, diz o Dr. Jochen Bönig, chefe de digitalização estratégica da Siemens Amberg. Isso é o que a EWA está fazendo, por exemplo, na linha de produção em que os PCBs são fabricados para componentes da E/S distribuída. Mas mesmo aqui, a produção não é suficientemente otimizada e não é culpa da disponibilidade da planta nem da qualidade do processo. O gargalo está no final da produção de PCB, na seção de inspeção automática por raio-x. As placas de circuito do tamanho de uma unha acomodam conectores BUS relacionados à função com vários pinos de conexão. Em um teste não integrado, as juntas soldadas desses pinos de conexão são radiografadas e verificadas quanto ao funcionamento correto. Outra máquina de raio-x deve ser comprada por cerca de €500.000? (Clique aqui para ler um artigo especializado sobre o assunto no Blog da Siemens.) A alternativa é a inteligência artificial. Os dados dos sensores são transferidos para uma nuvem por meio do ambiente TIA (Totally Integrated Automation), que consiste em um controlador e um dispositivo Edge. Os especialistas treinam um algoritmo baseado na IA e nos parâmetros do processo. O algoritmo aprende como os dados do processo que refletem a qualidade das juntas soldadas se comportam e controla um modelo que é executado em uma aplicação Edge na fábrica. “O modelo prevê se as juntas soldadas no PCB estão livres de falhas: em outras palavras, se um teste de fim de linha é necessário ou não. Graças à análise de circuito fechado, esses dados podem ser imediatamente incluídos na produção”, explica Bönig.



